Apuração
Vereador · 2008 · PT

Aguimarães

Antonio Aguimarães de Caldas · nasceu em 1960

Aguimarães se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2006PT2008PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPT2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Osasco (SP)
    PT 13699· centro-esquerda
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13670· centro-esquerda
    suplente38.727 votos; 130º mais votado de 1.520 no estado
  3. 2004
    Vereador · Osasco (SP)
    PT 13699· centro-esquerda· na urna, Aguimaraes
    eleito4.404 votos
  4. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PT 1370· centro-esquerda
    suplente25.332 votos; 138º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Aguimarães teve 38.727 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 135 cidades. Osasco deu 42,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,1%.

38.727 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 38.727 votos.
  1. Osasco (SP)16.292 votos42,1%
  2. São Paulo (SP)13.809 votos35,7%
  3. Leme (SP)2.360 votos6,1%
  4. Carapicuíba (SP)1.006 votos2,6%
  5. Itapevi (SP)816 votos2,1%
  6. Outras 120 cidades1.118 votos2,9%
As outras 1 eleições para deputado
25.332 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 25.332 votos.
  1. Osasco (SP)14.527 votos57,3%
  2. São Paulo (SP)4.076 votos16,1%
  3. Barueri (SP)1.813 votos7,2%
  4. Carapicuíba (SP)1.330 votos5,3%
  5. Santana de Parnaíba (SP)1.027 votos4,1%
  6. Outras 214 cidades1.252 votos4,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Aguimarães declarou R$ 889,8 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 666,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 889,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 330.000 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • AguimarãesR$ 889,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 889,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Aguimarães declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 495 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Osasco (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 227,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 60 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 227,8 mil.
  1. PessoasR$ 125,3 mil55%
  2. EmpresasR$ 40,2 mil17,6%
  3. PartidoR$ 31 mil13,6%
  4. Próprio bolsoR$ 27,4 mil12%
  5. Outros candidatosR$ 3.8821,7%

Para onde foi

R$ 227,8 mil
O maior gasto foi com outros: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 227,8 mil.
  1. OutrosR$ 83,1 mil36,5%
  2. PessoalR$ 68,6 mil30,1%
  3. Material impressoR$ 37,6 mil16,5%
  4. TransporteR$ 22,8 mil10%
  5. EscritórioR$ 15 mil6,6%
  6. EventosR$ 7980,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Osasco (SP), 2008

Aguimarães: R$ 91,3 por voto (mediana da disputa, R$ 79,7). Quem venceu, Osvaldo Verginio, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 26,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aguimarães. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 78 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 387 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.