Didi
Reginaldo Oliveira de Almeida · nasceu em 1956
Didi se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2002–2004), PODE (2006–2010), PSDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPSDB 4563· direitasuplente6.862 votos; 320º mais votado de 1.483 no estado
- 2016
- 2010
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPODE 19630· centro-direitanão eleito13.368 votos; 305º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPSDB 45130· centro-direitasuplente11.778 votos; 326º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Didi teve 6.862 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 320º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 242 cidades. Osasco deu 67,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Didi declarou R$ 942,3 mil em bens, em reais de hoje: 55 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 56,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 55 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- DidiR$ 942,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Didi declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 345 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Osasco (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 47,6 mil67,3%
- Material impressoR$ 23 mil32,5%
- EscritórioR$ 1400,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Osasco (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 46,3 por voto. Quem venceu, Batista Comunidade, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 900; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Neta Julião REPUBLICANOSR$ 563 mil · 625 votosR$ 900
- Joel Nunes REPUBLICANOSR$ 498 mil · 4.970 votosR$ 100
- Ana Paula Rossi PLR$ 534 mil · 5.450 votosR$ 98
- Alex Da Academia DEMR$ 110 mil · 2.175 votosR$ 50,4
- Delbio Teruel DEMR$ 155 mil · 3.103 votosR$ 49,8
- De Paula PSDBR$ 120 mil · 2.602 votosR$ 46,3
- Ribamar Silva PSDR$ 236 mil · 5.998 votosR$ 39,4
- Ralfi Silva REPUBLICANOSR$ 215 mil · 5.894 votosR$ 36,5
- Claudio Da Locadora DEMR$ 99 mil · 3.391 votosR$ 29,3
- Lúcia Da Saúde PODER$ 90 mil · 3.567 votosR$ 25,3
- Batista Comunidade AVANTER$ 109 mil · 4.721 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 498 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.