Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSDB

Zezinho Pacheco

Jose Soares Pacheco · nasceu em 1961

Zezinho Pacheco se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006MDB2018PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2006), PSDB (2018).

Dep. estadualPartidoMDBPSDB2006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 56 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Acre
    PSDB 45120· direita
    suplente647 votos; 125º mais votado de 436 no estado
  2. 2006
    Deputado estadual · Acre
    MDB 15500· centro· na urna, Pacheco
    suplente1.085 votos; 93º mais votado de 296 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Zezinho Pacheco teve 647 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 125º lugar entre 436 candidatos.

Recebeu votos em 14 cidades. Brasiléia deu 54,3% deles.

647 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 647 votos.
  1. Brasiléia (AC)351 votos54,3%
  2. Rio Branco (AC)133 votos20,6%
  3. Epitaciolândia (AC)92 votos14,2%
  4. Assis Brasil (AC)49 votos7,6%
  5. Senador Guiomard (AC)8 votos1,2%
  6. Tarauacá (AC)1 voto0,2%
As outras 1 eleições para deputado

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Zezinho Pacheco declarou R$ 882,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 596,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 882,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 580.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Acre não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 882,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Zezinho Pacheco declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, em reais de hoje, 99% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Acre · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 34,1 mil
99% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,1 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Cylmara Fernandes Da Rocha Gripp Deputado FederalR$ 32,6 mil95,5%
  2. Fundo partidárioR$ 1.0713,1%
  3. PessoasR$ 4521,3%

Para onde foi

R$ 30,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal21 pessoas, não nomeadasR$ 15,5 mil51,3%
  2. EscritórioR$ 200,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2018

Mediana da disputa: R$ 58,7 por voto. Quem venceu, Gerlen Diniz, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60.356; o mais barato, R$ 26,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.