Apuração
Deputada estadual · 2018 · PP

Lucila

Lucila Brunetta · nasceu em 1960

Lucila se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2006MDB2016MDB2018PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2016), PP (2018).

Dep. federalDep. estadualVereadoraPartidoMDBPP20042006200820102012201420162018
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 58 anos, superior completo, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputada estadual · Acre
    PP 11456· direita
    suplente2.725 votos; 47º mais votada de 436 no estado
  2. 2016
    MDB 15678· centro-direita
    eleita1.197 votos
  3. 2006
    Deputada federal · Acre
    MDB 1511· centro
    suplente1.172 votos; 27º mais votada de 50 no estado
  4. 2004
    MDB 15456· centro· na urna, Lucila Brunetta
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Lucila teve 2.725 votos para deputada estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 47º lugar entre 436 candidatos.

Recebeu votos em 17 cidades. Cruzeiro do Sul deu 71,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

2.725 votos
votos para deputada estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.725 votos.
  1. Cruzeiro do Sul (AC)1.947 votos71,4%
  2. Rio Branco (AC)369 votos13,5%
  3. Mâncio Lima (AC)103 votos3,8%
  4. Marechal Thaumaturgo (AC)68 votos2,5%
  5. Epitaciolândia (AC)63 votos2,3%
  6. Outras 2 cidades4 votos0,1%
As outras 1 eleições para deputado

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Lucila declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2018, o total subiu R$ 826,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.205.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Acre não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 684,9 mil
    Casa
  2. #Nulo#R$ 456,6 mil
    Outros bens e direitos
  3. #Nulo#R$ 426,1 mil
    Terreno
  4. #Nulo#R$ 95,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. #Nulo#R$ 94,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. #Nulo#R$ 48,7 mil
    Outros bens e direitos
  7. #Nulo#R$ 27,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Lucila declarou ao TSE R$ 313 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 253 mil, 99% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputada estadual · Acre · PP · suplente

De onde veio

R$ 253,5 mil
99% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 253,5 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 209,7 mil82,7%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Marcio Miguel Bittar SenadorR$ 39,2 mil15,5%
  3. PessoasR$ 2.2620,9%
  4. Fundo partidárioR$ 1.5310,6%
  5. Próprio bolsoR$ 7690,3%

Para onde foi

R$ 249,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 249,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal22 pessoas, não nomeadasR$ 60,6 mil24,3%
  2. EscritórioR$ 2.5051%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Acre, 2018

Lucila: R$ 91,6 por voto (mediana da disputa, R$ 58,7). Quem venceu, Gerlen Diniz, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60.356; o mais barato, R$ 26,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucila. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada estadual: 11 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 51 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputada federal: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 37 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.