Zezinho
José Serafim Borges · nasceu em 1953
Zezinho disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Porto Esperidião (MT)), pelo CIDADANIA: eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 50 anos, até o fundamental, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Zezinho declarou ao TSE R$ 288 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Porto Esperidião (MT) · CIDADANIA · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 205,6 mil71,4%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 82,5 mil28,6%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Porto LtdaR$ 68,4 mil23,8%
- Escritório6 pessoas, não nomeadasR$ 33,9 mil11,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Esperidião (MT), 2004
Zezinho: R$ 108 por voto (mediana da disputa, R$ 108). O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lucio Prado PLR$ 165 mil · 778 votosR$ 212
- Zezinho CIDADANIAR$ 288 mil · 2.672 votosR$ 108
- Everaldo Cardoso MDBR$ 62 mil · 1.888 votosR$ 33
Votos por real
- 2004, prefeito: 9,3 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.