Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSDB

Zezé do Sigê

José Caetano de Almeida Neto · nasceu em 1971

Zezé do Sigê se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PSDB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Carmo do Paranaíba (MG)
    PSDB 22· centro-direita
    Na chapa de Dr. César
    chapa eleita6.450 votos da chapa, 39,2%
  2. 2008
    Vice-prefeito · Carmo do Paranaíba (MG)
    PSDB 25· centro-direita· na urna, Zeze do Sigê
    Na chapa de Joao Braz
    chapa eleita9.173 votos da chapa, 52,7%
  3. 2004
    PSDB 45610· centro-direita
    eleito864 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Zezé do Sigê declarou R$ 215,4 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 215,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 149.953 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 215,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Zezé do Sigê declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Carmo do Paranaíba (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 2.232
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.232.
  1. Próprio bolsoR$ 1.40162,8%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 83137,2%

Para onde foi

R$ 2.228
O maior gasto foi com material impresso: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.228. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 944,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Carmo do Paranaíba (MG), 2004

Zezé Do Sigê: R$ 2,58 por voto (mediana da disputa, R$ 6,25). Quem venceu, Evaldo Leiteiro, gastou R$ 2,42 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,3; o mais barato, R$ 2,42.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zezé Do Sigê. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 388 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.