Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Ze Vilson da Cafeeira

Jose Vilson Domingues · nasceu em 1975

Ze Vilson da Cafeeira disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Bueno Brandão (MG)), pelo PSD: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSD2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55789· direita
    eleito98 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Ze Vilson da Cafeeira declarou ao TSE R$ 416 em receitas, em reais de hoje, 14% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Bueno Brandão (MG) · PSD · eleito

De onde veio

R$ 416
14% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Bueno Brandão (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 7,16 por voto. Quem venceu, Joaquinzinho Dos Santos, gastou R$ 1,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,7; o mais barato, R$ 1,05.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.