Apuração
Vereador · 2020 · PP

Alexandre Asbahr

Carlos Alexandre Macoggi dos Santos Asbahr · nasceu em 1975

Alexandre Asbahr se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PDT2008PDT2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2006–2008), PP (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPDTPP20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11111· direita
    suplente108 votos
  2. 2008
    Vereador · Pouso Alegre (MG)
    PDT 12123· centro-esquerda
    suplente
  3. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PDT 12123· centro-esquerda
    suplente5.205 votos; 258º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Alexandre Asbahr teve 5.205 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 258º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 326 cidades. Bueno Brandão deu 52,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,0%.

5.205 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 5.205 votos.
  1. Bueno Brandão (MG)2.744 votos52,7%
  2. Pouso Alegre (MG)551 votos10,6%
  3. Juiz de Fora (MG)259 votos5%
  4. Belo Horizonte (MG)207 votos4%
  5. Ouro Fino (MG)170 votos3,3%
  6. Outras 311 cidades832 votos16%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Alexandre Asbahr declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 92 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.378.760 na declaração)

Declarou 92 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Alexandre AsbahrR$ 2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Casa sobrado de 300m no bairro Cantagalo em Pouso AlegreR$ 718,2 mil
    Casa
  2. Parte em um terreno no centro de Bueno BrandaoR$ 574,6 mil
    Terreno
  3. Parte em um sitio de 4 alqueires no bairro Junco em Bueno…R$ 215,5 mil
    Terreno rural
  4. 864m bairro Gran Royalle em Pouso AlegreR$ 143,6 mil
    Terreno
  5. Hunday ix35 2019R$ 114,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. 2000m bairro Imbuia em Pouso AlegreR$ 114,9 mil
    Terreno
  7. 47160 cotas da Empresa Hotel Estancia Campo Mistico na…R$ 67,7 mil
    Outros bens e direitos
  8. Caixa Economica Federal n° 501953-7R$ 14,4 mil
    Conta corrente no país
  9. 6600 cotas na Empresa Radio m 101R$ 9.481
    Outras participações societárias
  10. Santander n° 020041621R$ 7.182
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre Asbahr declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Bueno Brandão (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 1.422
4% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.422.
  1. Próprio bolsoR$ 70849,8%
  2. Outros candidatosR$ 43230,3%
  3. PessoasR$ 28319,9%

Para onde foi

R$ 708
O maior gasto foi com transporte: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 708.
  1. Material impressoR$ 35450%
  2. TransporteR$ 35450%

Quanto custou cada voto: vereador, Bueno Brandão (MG), 2020

Alexandre Asbahr: R$ 6,55 por voto (mediana da disputa, R$ 7,16). Quem venceu, Joaquinzinho Dos Santos, gastou R$ 1,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,7; o mais barato, R$ 1,05.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Asbahr. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 108 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 271 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.