Zé Valter
José Valter Vieira · nasceu em 1941
Zé Valter se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 70 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Zé Valter declarou R$ 957,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.
- Zé ValterR$ 957,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 14 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Predio residencial e respectivo terreno situado na rua dr…R$ 175,3 milPrédio residencial
- Uma casa de dois pavimentosR$ 164,3 milPrédio residencial
- Dinheiro em especie em moeda corrente nacionalR$ 153,4 milDinheiro em espécie
- Um terreno rural de 14 he denominado retiro sao jose com…R$ 131,5 milTerreno rural
- Terreno rural de 33R$ 87,7 milTerreno rural
- Um automovel VW gol 1.0 ano 2009/2010 placa gks 9934R$ 70,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um lote de terreno de 175 M2 situado na rua duque de…R$ 65,7 milTerreno
- Terreno rural de 15R$ 43,8 milTerreno rural
- Benfeitorias no terreno denominado gamarra em lagoa douradaR$ 32,9 milBenfeitorias
- Benfeitoria no terreno denominado gordura em lagoa douradaR$ 13,1 milBenfeitorias
- Um automovel fusca ano 1979R$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ourocap premio no banco do brasilR$ 8.585Fundo de Investimento Imobiliário
- Saldo em conta corrente no banco do brasilR$ 226Conta corrente no país
- Linha telefonica fixo 3363-1365 em lagoa douradaR$ 153Linha telefônica
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé Valter declarou ao TSE R$ 395 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 235 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Lagoa Dourada (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
- EmpresasTudo de Vinci Equities Gestora De Recursos LtdaR$ 43,3 mil18,5%
Para onde foi
- Serviços44 pessoas, não nomeadasR$ 67,4 mil29,8%
- PesquisasTudo de I9 Agência De Assessoria & Consultoria Politico E Social LtdaR$ 15,4 mil6,8%
- RepassesR$ 2.8161,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Lagoa Dourada (MG), 2012
Zé Valter: R$ 62,1 por voto (mediana da disputa, R$ 32,8). Quem venceu, Antônio Mangá, gastou R$ 32,8 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Valter. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Valter PSDBR$ 226 mil · 3.638 votosR$ 62,1
- Antônio Mangá MDBR$ 149 mil · 4.547 votosR$ 32,8
Votos por real
- 2012, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.