Apuração
Deputado federal · 2006 · PSOL

Zé Raimundo

José Raimundo Costa · nasceu em 1965

Zé Raimundo disputou uma eleição, em 2006, para deputado federal (Minas Gerais), pelo PSOL: não eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,87← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSOL2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, não eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 41 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSOL 5005· esquerda
    não eleito1.557 votos; 284º mais votado de 528 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Zé Raimundo teve 1.557 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 284º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 104 cidades. Belo Horizonte deu 39,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,4%.

1.557 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.557 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)616 votos39,6%
  2. Martinho Campos (MG)146 votos9,4%
  3. Contagem (MG)133 votos8,5%
  4. Ribeirão das Neves (MG)52 votos3,3%
  5. Sabará (MG)48 votos3,1%
  6. Outras 89 cidades289 votos18,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Zé Raimundo declarou R$ 462,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 462,2 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 155.000 na declaração)

Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2006.

  • Zé RaimundoR$ 462,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,8 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 462,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Zé Raimundo declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Minas Gerais · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 7.852
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.852.
  1. Próprio bolsoR$ 5.53270,5%
  2. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 2.32029,5%

Para onde foi

R$ 7.852
O maior gasto foi com material impresso: 98% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.852. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 710,9%
  2. RepassesR$ 650,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Bilac Pinto, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 200 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.