Apuração
Deputado federal · 2006 · CIDADANIA

Marcos Sant Anna

Marcos Villela de Sant Anna · nasceu em 1939

Marcos Sant Anna se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2006CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo CIDADANIA.

SenadorDep. federalPartidoCIDADANIA200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 67 anos, superior completo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    CIDADANIA 2332· centro
    suplente26.326 votos; 96º mais votado de 528 no estado
  2. 2002
    Senador · Minas Gerais
    CIDADANIA 233· centro
    não eleito95.509 votos, 0,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Marcos Sant Anna teve 26.326 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 96º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 428 cidades. Belo Horizonte deu 55,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,4%.

26.326 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 26.326 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)14.689 votos55,8%
  2. Ouro Preto (MG)806 votos3,1%
  3. Contagem (MG)709 votos2,7%
  4. Ribeirão das Neves (MG)595 votos2,3%
  5. Sete Lagoas (MG)588 votos2,2%
  6. Outras 413 cidades5.941 votos22,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Marcos Sant Anna declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 7,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 364.435 na declaração)

Declarou 7,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2006.

  • Marcos Sant AnnaR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 149,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,8 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. GSA Participações LtdaR$ 356,5 mil
    Empresas e participações
  2. Caderneta de PoupançaR$ 181,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. Aplicações - Previdência Privada - BradescoR$ 179 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Saldo BancárioR$ 89,1 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. Caderneta de PoupançaR$ 80,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Aplicações - Previdência Privada - Banco RealR$ 59,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  7. Previdência PrivadaR$ 53 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. Corôa BrastelR$ 50,7 mil
    Outros
  9. Banco Real (Certificado de Depósito Bancário)R$ 28 mil
    Dinheiro e aplicações
  10. Saldo BancárioR$ 6.176
    Dinheiro e aplicações
  11. Saldo BancárioR$ 1.497
    Dinheiro e aplicações
  12. Ações e Cotas de Participações Diversas: sem liquidezR$ 752
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Sant Anna declarou ao TSE R$ 5,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 4,4 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Minas Gerais · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 4,4 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 20 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4,4 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 862,7 mil19,7%
  2. Pessoas20 pessoas, não nomeadasR$ 348,6 mil8%
  3. PartidoR$ 15,2 mil0,3%

Para onde foi

R$ 3,9 mi
O maior gasto foi com serviços: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3,9 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 93,9 mil2,4%
  2. EventosR$ 72,4 mil1,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 47,1 mil1,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2006

Marcos Sant Anna: R$ 147 por voto (mediana da disputa, R$ 22). Quem venceu, Bilac Pinto, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Sant Anna. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 6,8 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
  • 2002, senador: 120 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
  • 2002, senador: 198 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.