Zé Nenequinha
José Manoel de Oliveira Filho · nasceu em 1949
Zé Nenequinha disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Santa Rita de Ibitipoca (MG)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Zé Nenequinha declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Zé NenequinhaR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Zé Nenequinha declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Santa Rita de Ibitipoca (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.41861,8%
- PartidoR$ 2.20430,8%
- Outros candidatosR$ 5227,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita de Ibitipoca (MG), 2008
Zé Nenequinha: R$ 137 por voto (mediana da disputa, R$ 69,5). Quem venceu, Vando, gastou R$ 33,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 218; o mais barato, R$ 33,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Nenequinha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cláudio Professor PSLR$ 7,4 mil · 34 votosR$ 218
- Zé Nenequinha PSDBR$ 7,1 mil · 52 votosR$ 137
- Nezinho PSLR$ 9,6 mil · 71 votosR$ 135
- Dorinha PSLR$ 8,8 mil · 81 votosR$ 108
- Olavides PSDBR$ 9,3 mil · 114 votosR$ 81,8
- Amarildo Gonçalves PSLR$ 11 mil · 163 votosR$ 69,9
- Geraldo Sinhô PSDBR$ 7,5 mil · 108 votosR$ 69,5
- Marcílio Sarrã PSDBR$ 8,2 mil · 147 votosR$ 56
- Zé Ricardo PSLR$ 8,8 mil · 172 votosR$ 51
- Filicio PSDBR$ 8,6 mil · 219 votosR$ 39,2
- Zé Carolina PSDBR$ 8,6 mil · 224 votosR$ 38,3
- Vando PSDBR$ 7,7 mil · 233 votosR$ 33,2
Votos por real
- 2008, vereador: 7,3 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.