Zé Manel
Jose Manoel Gonçalves · nasceu em 1965
Zé Manel se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2008), PV (2012), MDB (2016), PATRIOTA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Zé Manel declarou R$ 59,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 48,7 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé Manel declarou ao TSE R$ 112 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 50 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itaboraí (RJ) · PATRIOTA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Itaboraí (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,5 por voto. Quem venceu, Elber Correa, gastou R$ 4,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 112; o mais barato, R$ 4,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rita Pinto PSDR$ 15 mil · 131 votosR$ 112
- Patrica De Edinho DEMOCRATAR$ 14 mil · 456 votosR$ 30,9
- Rogerio Filgueiras PPR$ 50 mil · 3.166 votosR$ 15,7
- Alexandre Fonseca Do Coqueiro PATRIOTAR$ 35 mil · 2.263 votosR$ 15,3
- Jose Carlos Cobra PSDR$ 20 mil · 1.501 votosR$ 13,4
- Gustavo Americo PSDR$ 14 mil · 1.128 votosR$ 12,5
- Bil PPR$ 16 mil · 1.503 votosR$ 10,5
- Marcos Araujo REPUBLICANOSR$ 21 mil · 2.419 votosR$ 8,71
- Marquinho Orelha PLR$ 18 mil · 2.194 votosR$ 8,39
- Marcelo Lopes PPR$ 14 mil · 2.098 votosR$ 6,75
- Elber Correa REPUBLICANOSR$ 18 mil · 4.424 votosR$ 4,04
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.