Alexandre do Coqueiro
Alexandre da Fonseca Sant Ana · nasceu em 1975
Alexandre do Coqueiro se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PATRIOTA (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, superior incompleto, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Vereador · Itaboraí (RJ)PATRIOTA 51789· direita· na urna, Alexandre Fonseca do Coqueiroeleito2.263 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alexandre do Coqueiro declarou R$ 202,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 361,6 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Promessa de compra e vendaR$ 154,4 milOutros bens e direitos
- Capital social sitio coqueirosR$ 44,2 milOutras participações societárias
- Reboque carro aberto ano 2014R$ 2.209Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Joias diversasR$ 1.768Joias, arte e coleções
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre do Coqueiro declarou ao TSE R$ 161 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 126 mil, 87% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Itaboraí (RJ) · PL · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 109,4 mil86,5%
- Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 17,1 mil13,5%
Para onde foi
- Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 18 mil16,1%
- ServiçosTudo de Fares Sociedade Individual De AdvocaciaR$ 16,4 mil14,6%
- EscritórioR$ 15,4 mil13,8%
- Material impressoR$ 13,6 mil12,2%
- InternetR$ 5.4504,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaboraí (RJ), 2024
Alexandre Do Coqueiro: R$ 25,9 por voto (mediana da disputa, R$ 42,1). Quem venceu, João Delaroli, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 291; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Do Coqueiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rita De Cassia PLR$ 109 mil · 376 votosR$ 291
- Anderson Carvalho PLR$ 109 mil · 786 votosR$ 139
- Rosane Araujo PTR$ 118 mil · 1.095 votosR$ 108
- Luluia PLR$ 109 mil · 1.098 votosR$ 99,1
- José Carlos Cobra PPR$ 142 mil · 2.500 votosR$ 56,9
- Fabão PPR$ 143 mil · 3.338 votosR$ 42,9
- Marcos Alves PLR$ 109 mil · 2.583 votosR$ 42,1
- Rogério Filgueiras PPR$ 142 mil · 4.433 votosR$ 32
- Marcos Araujo PLR$ 113 mil · 3.644 votosR$ 31,1
- Alexandre Do Coqueiro PLR$ 112 mil · 4.335 votosR$ 25,9
- Orlando Pit PLR$ 109 mil · 4.968 votosR$ 22
- João Delaroli PLR$ 130 mil · 10.487 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2024, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.