Zé Lins
José Marcionilo de Barros Lins Neto · nasceu em 1954
Zé Lins se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 4 partidos: PSB (2002–2008), PL (2010–2012), MDB (2020), PP (2022–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado federal · Rio Grande do NortePP 1133· direitanão eleito8.610 votos; 36º mais votado de 175 no estado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do NortePL 22000· direita· na urna, Ze Linssuplente17.383 votos; 38º mais votado de 157 no estado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do NortePSB 40123· centro-esquerdasuplente13.675 votos; 38º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Zé Lins teve 8.610 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 36º lugar entre 175 candidatos.
Recebeu votos em 121 cidades. Currais Novos deu 80,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Zé Lins declarou R$ 103,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 381,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 48% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2024.
- Zé LinsR$ 103,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 218,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 265,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Zé Lins declarou ao TSE R$ 2,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 676 mil, 98% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Currais Novos (RN) · PP · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 10,9 mil3,2%
- Próprio bolsoR$ 4.0661,2%
Para onde foi
- Pessoal22 pessoas, não nomeadasR$ 36,1 mil10,9%
- TransporteR$ 9.8433%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5.4681,6%
- InternetR$ 3.2811%
- EscritórioR$ 3500,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Currais Novos (RN), 2024
Zé Lins: R$ 27,6 por voto (mediana da disputa, R$ 30). Quem venceu, Lucas, gastou R$ 30 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 27,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Lins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Albuquerque SOLIDARIEDADER$ 71 mil · 367 votosR$ 194
- Lucas PTR$ 381 mil · 12.725 votosR$ 30
- Zé Lins PPR$ 332 mil · 12.028 votosR$ 27,6
Votos por real
- 2024, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 13 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 257 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 28 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.