Apuração
1º suplente de senador · 2010 · PT

Ze Eduardo

Jose Eduardo de Barros Dutra · nasceu em 1957

Ze Eduardo se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2006PT2010PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

GovernadorSenadorSuplente sen.PartidoPT20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2010, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2010: 53 anos, superior completo, geólogo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    1º suplente de senador · Sergipe
    PT 404· centro-esquerda
    Na chapa de Valadares
    chapa eleita476.549 votos da chapa
  2. 2006
    Senador · Sergipe
    PT 131· centro-esquerda· na urna, Zé Eduardo
    não eleito442.155 votos, 47,3%
  3. 2002
    Governador · Sergipe
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito223.699 votos, 28,4%; 2º turno, 45,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Ze Eduardo declarou R$ 3,8 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 617,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3,8 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.550.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 3,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Rua nascimento silva 390 302R$ 2,2 mi
    Apartamento
  2. Banco do brasilR$ 741,8 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. Bairro jardins aracaju SER$ 618,2 mil
    Apartamento
  4. Cond riviera delmar aracaju SER$ 247,3 mil
    Casa

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ze Eduardo declarou ao TSE R$ 5,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para governador: R$ 3,2 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Senador · Sergipe · PT · não eleito

De onde veio

R$ 2,5 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 40 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,5 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas40 pessoas, não nomeadasR$ 657,4 mil26,2%

Para onde foi

R$ 2,5 mi
O maior gasto foi com material impresso: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,5 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 83,9 mil3,3%
  2. EventosR$ 21,2 mil0,8%
  3. ServiçosR$ 5.9320,2%

Quanto custou cada voto: senador, Sergipe, 2006

Zé Eduardo: R$ 5,68 por voto (mediana da disputa, R$ 5,68). Quem venceu, Maria Do Carmo, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 10,4; o mais barato, R$ 0,12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Eduardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, senador: 176 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, governador: 70 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.