Zé do Brique
José Luis de Souza · nasceu em 1970
Zé do Brique se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, ensino médio, escultor e pintor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40456· centro-esquerda· na urna, Ze do Briquesuplente3.755 votos; 255º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2004Vereador · Flores da Cunha (RS)PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Jose Luis de Souza Zé do Briqsuplente404 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Zé do Brique teve 3.755 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 255º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 55 cidades. Flores da Cunha deu 83,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé do Brique declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Flores da Cunha (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 5.41568,5%
- PessoasR$ 1.99725,3%
- Outros candidatosR$ 4946,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.79147,9%
- Material impressoR$ 2.59932,9%
- ServiçosR$ 1.51619,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Flores da Cunha (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Jorge Godoy/ Jorgito, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- João Bernardi PTR$ 15 mil · 114 votosR$ 135
- Fumegalli PSBR$ 14 mil · 224 votosR$ 62,1
- Samuel PTBR$ 18 mil · 333 votosR$ 55,3
- Nei Manosso PDTR$ 18 mil · 402 votosR$ 43,6
- Moacir Ascari - Fera MDBR$ 21 mil · 772 votosR$ 27,3
- Malacarne PDTR$ 22 mil · 803 votosR$ 27
- Renata MDBR$ 10 mil · 407 votosR$ 24,8
- Arsego PDTR$ 10 mil · 416 votosR$ 24,7
- Elio Salvador PPR$ 15 mil · 638 votosR$ 23,1
- Valdir Franceschet - Feio MDBR$ 10 mil · 504 votosR$ 20,7
- Jorge Godoy/ Jorgito PPR$ 13 mil · 949 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2012, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 170 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 414 votos por R$ 1.000, 8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 261 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.