Nei Manosso
Nei Carlos Manosso · nasceu em 1962
Nei Manosso se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, superior completo, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004Prefeito · Flores da Cunha (RS)PDT 12· centro-esquerda· na urna, Manossonão eleito6.628 votos, 39,3%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nei Manosso declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Nei ManossoR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- 71,76M2 box 12,84M2 bairro ns.sra da saude caxias do sulR$ 268,4 milApartamento
- Terreno trav. jacinta 20.000M2 c/ pavilhão de alvenaria c/…R$ 193,9 milTerreno
- Rural 154.643R$ 143,1 milTerreno rural
- 106,98M2 box 14,09M2 e cantina c/ área privativa de 3,50M2…R$ 142,4 milApartamento
- Trator yanmar 1155-4R$ 124,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vectra GM expression 2.0 2009R$ 112,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Citroen C4 pallasR$ 69 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Trator agricola masseyR$ 46,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nei Manosso declarou ao TSE R$ 285 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 268 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Flores da Cunha (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 13,8 mil78,6%
- Próprio bolsoR$ 3.76021,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 10,5 mil59,6%
- Material impressoR$ 3.88822,2%
- TransporteR$ 3.18818,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Flores da Cunha (RS), 2012
Nei Manosso: R$ 43,6 por voto (mediana da disputa, R$ 27). Quem venceu, Jorge Godoy/ Jorgito, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nei Manosso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- João Bernardi PTR$ 15 mil · 114 votosR$ 135
- Fumegalli PSBR$ 14 mil · 224 votosR$ 62,1
- Samuel PTBR$ 18 mil · 333 votosR$ 55,3
- Nei Manosso PDTR$ 18 mil · 402 votosR$ 43,6
- Moacir Ascari - Fera MDBR$ 21 mil · 772 votosR$ 27,3
- Malacarne PDTR$ 22 mil · 803 votosR$ 27
- Renata MDBR$ 10 mil · 407 votosR$ 24,8
- Arsego PDTR$ 10 mil · 416 votosR$ 24,7
- Elio Salvador PPR$ 15 mil · 638 votosR$ 23,1
- Valdir Franceschet - Feio MDBR$ 10 mil · 504 votosR$ 20,7
- Jorge Godoy/ Jorgito PPR$ 13 mil · 949 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.