Zé da Marta
José Vieira de Castro · nasceu em 1949
Zé da Marta se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSB (2004), MDB (2008–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Curuá (PA)MDB 14· centro-direita· na urna, Ze da MartaNa chapa de Raimundo Reischapa não eleita3.489 votos da chapa, 46,2%
- 2008
- 2004Prefeito · Curuá (PA)PSB 40· centro-esquerda· na urna, Ze da Marta Ou Zénão eleito2.100 votos, 39,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé da Marta declarou R$ 551,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 443,7 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Pará em 2020.
- Zé da MartaR$ 551,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 466,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 664,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel ruralR$ 143,6 milTerreno rural
- Animais bovinosR$ 114,9 milRebanho e animais
- Casa na rua dr. augusto montenegroR$ 100,6 milCasa
- Imovel ruralR$ 71,8 milTerreno rural
- Imovel ruralR$ 57,5 milTerreno rural
- Casa de alvenariaR$ 50,3 milCasa
- Moto bros 150R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cavalos - 12 cabeçasR$ 5.746Rebanho e animais
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé da Marta declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 40 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Curuá (PA) · MDB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Para - Pa - EstadualR$ 21,9 mil71%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.40617,5%
- Próprio bolsoR$ 3.53811,5%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 13,4 mil52,6%
- Material impressoTudo de Maria O. S. E SilvaR$ 6.68126,2%
- InternetR$ 4251,7%
- EscritórioR$ 280,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Curuá (PA), 2020
Zé Da Marta: R$ 27,3 por voto (mediana da disputa, R$ 20,4). Quem venceu, Gica, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Da Marta. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Xuxa Do Pt PTR$ 41 mil · 226 votosR$ 182
- Áurea Nina PC do BR$ 28 mil · 285 votosR$ 99,3
- Zé Da Marta MDBR$ 26 mil · 935 votosR$ 27,3
- Gica PODER$ 82 mil · 4.029 votosR$ 20,4
- Dinho Ribeiro PRTBR$ 1,2 mil · 68 votosR$ 17,2
- Jair Damasceno PLR$ 28 mil · 2.584 votosR$ 11
Votos por real
- 2020, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 134 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 71 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.