Zé Côco
José Ribeiro dos Santos · nasceu em 1955
Zé Côco se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PHS (2004–2012), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Côco declarou R$ 58,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 34,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Zé CôcoR$ 58,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé Côco declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Capitão Enéas (MG) · AVANTE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Capitão Enéas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 14,5 por voto. Quem venceu, Ney De Bau, gastou R$ 2,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 59; o mais barato, R$ 2,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastor Semedo MDBR$ 1,4 mil · 24 votosR$ 59
- Jarbas Carvalho MDBR$ 7,1 mil · 143 votosR$ 49,5
- Gerlice Nunes PTR$ 5 mil · 132 votosR$ 37,7
- Pedrinho Mineiro MDBR$ 3,2 mil · 117 votosR$ 27
- Creujair PC do BR$ 2,1 mil · 88 votosR$ 24
- Didi De Cacarema MDBR$ 2,1 mil · 118 votosR$ 18
- Zé Marley PTBR$ 3,8 mil · 263 votosR$ 14,5
- Dalécio Do Táxi SOLIDARIEDADER$ 2,9 mil · 225 votosR$ 12,9
- Tássio Dutra PTBR$ 2 mil · 268 votosR$ 7,39
- Danilo De Irineu PTBR$ 1,6 mil · 240 votosR$ 6,49
- Jorginho PSLR$ 1,7 mil · 284 votosR$ 6,05
- Ney De Bau SOLIDARIEDADER$ 1,5 mil · 507 votosR$ 2,97
Votos por real
- 2012, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 27 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.