Apuração
Vereador · 2024 · PSB

Dalecio do Taxi

Gustavo Araujo Campos · nasceu em 1987

Dalecio do Taxi se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2020SOLIDARIEDADE2024PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: SOLIDARIEDADE (2020), PSB (2024).

VereadorPartidoSOLIDARIEDADEPSB202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, até o fundamental, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PSB 40222· centro-esquerda
    não eleito230 votos
  2. 2020
    SOLIDARIEDADE 77222· centro-direita· na urna, Dalécio do Táxi
    suplente225 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Dalecio do Taxi declarou R$ 171,7 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 171,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 119.500 na declaração)

Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Dalecio do TaxiR$ 171,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 171,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dalecio do Taxi declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 3,3 mil, 11% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Capitão Enéas (MG) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 453
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 343
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Capitão Enéas (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 13,1 por voto. Quem venceu, Vando Peres, gastou R$ 3,27 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,3; o mais barato, R$ 3,27.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 230 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.