Ze Cobal
Jose Alves dos Santos · nasceu em 1955
Ze Cobal se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: DC (2002), AGIR (2004), PSL (2006), REPUBLICANOS (2008), PSB (2014–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, ensino médio, servidor público federal, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · MaranhãoPSB 4045· centro-esquerda· na urna, Zé Cobalsuplente493 votos; 154º mais votado de 235 no estado
- 2008
- 2006
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ze Cobal teve 493 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 154º lugar entre 235 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Urbano Santos deu 33,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ze Cobal declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 25,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Ze CobalR$ 48,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ze Cobal declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Urbano Santos (MA) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.96377%
- PessoasR$ 2.07723%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.23057,9%
- Material impressoR$ 2.34025,9%
- ServiçosR$ 8919,9%
- PessoalR$ 4865,4%
- EscritórioR$ 861%
Quanto custou cada voto: vereador, Urbano Santos (MA), 2016
Ze Cobal: R$ 122 por voto (mediana da disputa, R$ 16,6). Quem venceu, Totó, gastou R$ 7,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 122; o mais barato, R$ 7,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ze Cobal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Cobal PSBR$ 9 mil · 74 votosR$ 122
- Dona Joana PODER$ 8,8 mil · 165 votosR$ 53,5
- Adriano Pedrosa MDBR$ 8,3 mil · 348 votosR$ 23,9
- Professora Alda PVR$ 9,7 mil · 543 votosR$ 17,9
- Professor Raimundo PTR$ 8,7 mil · 515 votosR$ 17
- Professora Nevinha Ramos PODER$ 8,4 mil · 506 votosR$ 16,6
- Francilene Medeiros PVR$ 8,3 mil · 501 votosR$ 16,6
- Nati PODER$ 7,9 mil · 480 votosR$ 16,5
- Claudete Viana MDBR$ 8,6 mil · 657 votosR$ 13,1
- Cleane PRPR$ 8,1 mil · 749 votosR$ 10,8
- Gavião PRPR$ 9,1 mil · 867 votosR$ 10,5
- Totó PODER$ 8,3 mil · 1.058 votosR$ 7,81
Votos por real
- 2016, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 214 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.