Zé Carlos do Posto de Saúde
José Carlos Fonseca · nasceu em 1954
Zé Carlos do Posto de Saúde se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PT (2012), PODE (2012), DEMOCRATA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Coronel Fabriciano (MG)PT 13455· centro-esquerda· na urna, Ze Carlos do Postocandidatura não chegou à urna797 votos
- 2012Vereador · Coronel Fabriciano (MG)PODE 19555· centro-direita· na urna, Ze Carlos do Posto de Saudeeleito797 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé Carlos do Posto de Saúde declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Coronel Fabriciano (MG) · DEMOCRATA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.48173,6%
- Próprio bolsoR$ 89118,8%
- Outros candidatosR$ 3176,7%
- PartidoR$ 440,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.42951,3%
- TransporteR$ 1.70035,9%
- Material impressoR$ 2966,3%
- ServiçosR$ 2435,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 651,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Fabriciano (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,1 por voto. Quem venceu, Beto Cavaleiro, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,5; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dimas PTR$ 29 mil · 357 votosR$ 80,5
- Rogério Thomaz PTR$ 45 mil · 586 votosR$ 76,7
- Eugenio Pascelli DEMR$ 32 mil · 548 votosR$ 59,3
- Querubim PDTR$ 46 mil · 794 votosR$ 58,3
- Xingozinho PSDR$ 45 mil · 899 votosR$ 50,5
- Adriano Ex Conselho Tutelar CIDADANIAR$ 44 mil · 964 votosR$ 46
- Nego João PVR$ 21 mil · 500 votosR$ 42,1
- Paulinho PVR$ 32 mil · 814 votosR$ 39,7
- Dr. Sandro Araujo (Dentista) CIDADANIAR$ 36 mil · 915 votosR$ 39,1
- Luciano Lugao PROSR$ 27 mil · 769 votosR$ 35,7
- Marcos Da Luz PTR$ 23 mil · 1.193 votosR$ 18,9
- Beto Cavaleiro MDBR$ 21 mil · 1.485 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 140 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.