Ze Carlos
Jose Carlos Nunes Almeida · nasceu em 1977
Ze Carlos se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, empresário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ze Carlos declarou R$ 410,8 mil em bens, em reais de hoje: 57 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 286,8 mil acima da inflação.
Declarou 57 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Ze CarlosR$ 410,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ze Carlos declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lajedo do Tabocal (BA) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lajedo do Tabocal (BA), 2020
Ze Carlos: R$ 4,53 por voto (mediana da disputa, R$ 4,53). Quem venceu, Elzinho, gastou R$ 3,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,7; o mais barato, R$ 3,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ze Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tony Nardes PDTR$ 920 · 29 votosR$ 31,7
- Zunngha PDTR$ 566 · 71 votosR$ 7,97
- Dilson Santos PPR$ 1,6 mil · 206 votosR$ 7,90
- Hô PDTR$ 1,6 mil · 287 votosR$ 5,55
- Alair Figueiredo DEMR$ 1,6 mil · 293 votosR$ 5,31
- Elmo Santana PDTR$ 1,6 mil · 336 votosR$ 4,70
- Ze Carlos PDTR$ 566 · 125 votosR$ 4,53
- Aninha PDTR$ 601 · 134 votosR$ 4,49
- Elias Barros PDTR$ 739 · 175 votosR$ 4,22
- Thaisa PDTR$ 566 · 135 votosR$ 4,19
- Jai De Joseilson PDTR$ 793 · 199 votosR$ 3,98
- Elzinho PDTR$ 637 · 211 votosR$ 3,02
Votos por real
- 2020, vereador: 125 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.