Ze Carlos
Jose Carlos de Oliveira · nasceu em 1964
Ze Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2010, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.
Declarou ao TSE em 2010: 46 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado estadual · ParaíbaPDT 12111· centro-esquerdasuplente1.208 votos; 110º mais votado de 254 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Ze Carlos teve 1.208 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 254 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. Bonito de Santa Fé deu 41,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Ze Carlos declarou R$ 289,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2010, o total subiu R$ 135 mil acima da inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Paraíba em 2010.
- Ze CarlosR$ 289,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 61,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 679,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 123,6 milCasa
- Lote 01 - loteamento bonito velhoR$ 74,2 milTerreno
- Rua monte santoR$ 49,5 milTerreno
- Uno fire, ano 2005, placa mmv 7188R$ 42 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Ze Carlos declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Bonito de Santa Fé (PB) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.98480,6%
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 2.40419,4%
Para onde foi
- TransporteTudo de Tiko E Teka Comercio De Derivados De Petróleo LtdaR$ 3.34727%
- Outros7 pessoas, não nomeadasR$ 2.13917,3%
- EscritórioR$ 6915,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Bonito de Santa Fé (PB), 2008
Zé Carlos: R$ 42,3 por voto (mediana da disputa, R$ 18,5). Quem venceu, Julio Pereira, gastou R$ 8,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,3; o mais barato, R$ 8,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Carlos PDTR$ 12 mil · 293 votosR$ 42,3
- Soares DEMR$ 9,9 mil · 331 votosR$ 29,9
- Segundo Neto DEMR$ 12 mil · 444 votosR$ 26,6
- Péricles Ramalho PPR$ 5,9 mil · 274 votosR$ 21,6
- Ceninha Lucena PTBR$ 11 mil · 564 votosR$ 19,3
- Chico De Lê DEMR$ 8,6 mil · 459 votosR$ 18,8
- Van Do Viana PTBR$ 7,4 mil · 400 votosR$ 18,5
- Zé Ailton DEMR$ 3,9 mil · 252 votosR$ 15,6
- Wilson Furtado PSDBR$ 3,2 mil · 260 votosR$ 12,5
- Joelson PTBR$ 3,9 mil · 358 votosR$ 11
- Fabiana DEMR$ 2,1 mil · 231 votosR$ 9,04
- Julio Pereira MDBR$ 2,9 mil · 362 votosR$ 8,14
Votos por real
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.