Zé Carlos
José Carlos da Silva Martins · nasceu em 1961
Zé Carlos se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004–2008), AVANTE (2012), PTB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Zé Carlos declarou R$ 32,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 32,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- Zé CarlosR$ 32,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Carlos declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Terra Alta (PA) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.56279,9%
- Próprio bolsoR$ 89520,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.40076,3%
- TransporteR$ 56712,7%
- ServiçosR$ 3247,3%
- EscritórioR$ 1673,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Terra Alta (PA), 2016
Ze Carlos: R$ 20,8 por voto (mediana da disputa, R$ 26). Quem venceu, Arivaldo Saraiva, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 498; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ze Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raul Amaral PSBR$ 8 mil · 16 votosR$ 498
- Midiã Barros PSBR$ 8 mil · 28 votosR$ 285
- Emília Sarmento PSBR$ 8 mil · 55 votosR$ 145
- Nilton Alencar PSBR$ 7 mil · 64 votosR$ 109
- Jaime Magalhães DEMR$ 4,4 mil · 75 votosR$ 59,3
- Professora Carmita PLR$ 3,6 mil · 91 votosR$ 39,6
- Lete PATRIOTAR$ 3,9 mil · 151 votosR$ 26
- Vânia Pinto PSDBR$ 5,2 mil · 244 votosR$ 21,2
- Ze Carlos PTBR$ 4,5 mil · 214 votosR$ 20,8
- Zé Do Frango PLR$ 5,1 mil · 342 votosR$ 15
- Nilsão Do Barra Limpa PROSR$ 3,6 mil · 255 votosR$ 14,2
- Arivaldo Saraiva PLR$ 4 mil · 285 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.