Zé Augusto
Jose Augusto Neto · nasceu em 1967
Zé Augusto disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Aurelino Leal (BA)), pelo PP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 37 anos, ensino médio, servidor publico municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Zé Augusto declarou ao TSE R$ 98 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Aurelino Leal (BA) · PP · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 65,5 mil66,8%
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 32,6 mil33,2%
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto Do Lago Produtos De Petroleo LtdaR$ 13 mil13,3%
- OutrosR$ 2.4402,5%
- EscritórioR$ 1560,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Aurelino Leal (BA), 2004
Zé Augusto: R$ 106 por voto (mediana da disputa, R$ 76,3). O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 19,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. contorno claro: Zé Augusto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Augusto PPR$ 98 mil · 929 votosR$ 106
- Dilson / Dilson Costa MDBR$ 64 mil · 832 votosR$ 76,3
- João Paulo DCR$ 40 mil · 1.984 votosR$ 19,9
Votos por real
- 2004, prefeito: 9,5 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.