Ygor Arquiteto
Ygor Fabricio Peralta Lopes · nasceu em 1973
Ygor Arquiteto se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, superior completo, arquiteto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ygor Arquiteto declarou R$ 763,3 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 126,9 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Ygor ArquitetoR$ 763,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imóvel urbano localizado na Rua Monte CasteloR$ 400,1 milOutros bens imóveis
- Veículo Hyndai/Creta 2.0R$ 158 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veículo Hyundai/Creta 2.0R$ 152,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veículo gm-grand blazer dlx ano/mod 98/99R$ 38,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas de capital na empresa arqys comercio e construção…R$ 14,4 milOutras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ygor Arquiteto declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 12 mil, 12% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bonito (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.28252,5%
- Outros candidatosR$ 4.26735,7%
- PessoasR$ 1.41511,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.24640,2%
- TransporteR$ 3.46032,8%
- Material impressoR$ 2.39922,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4254%
- EscritórioR$ 200,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Bonito (MS), 2020
Ygor Arquiteto: R$ 40,1 por voto (mediana da disputa, R$ 55). Quem venceu, Lucas Capacete, gastou R$ 17,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 17,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ygor Arquiteto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Doutor Ademir PSDR$ 13 mil · 85 votosR$ 155
- Cláudio Rocha PSDBR$ 11 mil · 82 votosR$ 138
- Pedrinho Da Ponte PATRIOTAR$ 14 mil · 111 votosR$ 130
- Alemão Do Som DEMR$ 11 mil · 155 votosR$ 71,5
- Humberto Damasceno PSDBR$ 11 mil · 165 votosR$ 68,7
- Nixon Vieira PSDBR$ 13 mil · 222 votosR$ 57,4
- João Ligeiro PDTR$ 11 mil · 201 votosR$ 55
- Ygor Arquiteto PSDBR$ 11 mil · 263 votosR$ 40,1
- Professora Ramona PTR$ 14 mil · 359 votosR$ 38,6
- Pedrinho Da Marambaia PSDBR$ 13 mil · 346 votosR$ 36,9
- Luisa Lima MDBR$ 13 mil · 446 votosR$ 29,6
- Lucas Capacete PSDBR$ 11 mil · 606 votosR$ 17,5
Votos por real
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.