Wilson de Sousa
Wilson Ribeiro de Sousa · nasceu em 1967
Wilson de Sousa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), PSOL (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Minas GeraisPSOL 5033· esquerdasuplente764 votos; 522º mais votado de 825 no estado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Wilson de Sousa teve 764 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 522º lugar entre 825 candidatos.
Recebeu votos em 88 cidades. Betim deu 57,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Wilson de Sousa declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 84 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 84 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Wilson de SousaR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Wilson de Sousa declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Betim (MG) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 4.10450,2%
- PessoalR$ 1.86822,8%
- InternetR$ 84910,4%
- Material impressoR$ 7939,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5666,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Betim (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Roberto Da Quadra, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 228; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ciene Do Pinduca AVANTER$ 301 mil · 1.324 votosR$ 228
- Romulo Veneroso PSDR$ 126 mil · 707 votosR$ 179
- Paulo Mundim Pepeco PPR$ 118 mil · 1.252 votosR$ 94
- Junior Trabalhador PSLR$ 134 mil · 2.170 votosR$ 62
- Klebinho Rezende PROSR$ 190 mil · 3.360 votosR$ 56,5
- Léo Contador DEMR$ 185 mil · 3.507 votosR$ 52,7
- Claudinho PSDR$ 104 mil · 2.332 votosR$ 44,5
- Layon Silva PSLR$ 83 mil · 1.899 votosR$ 43,9
- Professor Alexandre Xeréu PROSR$ 100 mil · 2.293 votosR$ 43,4
- Dudu Braga PVR$ 167 mil · 3.938 votosR$ 42,3
- Luiz Conexao PVR$ 95 mil · 2.320 votosR$ 41,1
- Roberto Da Quadra PATRIOTAR$ 102 mil · 3.821 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2020, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 138 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.