Claudinho
Claudio Fernandes · nasceu em 1973
Claudinho se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Passou por 5 partidos: PSC (2008), PRP (2012), DEM (2016), PSD (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Claudinho declarou R$ 155,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 86,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- ClaudinhoR$ 155,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Claudinho declarou ao TSE R$ 508 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 171 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Betim (MG) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 56,8 mil54,7%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Brasileiro - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 21,9 mil21,1%
- Próprio bolsoR$ 21,9 mil21,1%
- PartidoR$ 3.2813,2%
Para onde foi
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 34,7 mil34,4%
- Pessoal20 pessoas, não nomeadasR$ 28,9 mil28,6%
- OutrosR$ 7.5697,5%
- TransporteR$ 3.2983,3%
- EscritórioR$ 7< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Betim (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 54,7 por voto. Quem venceu, Toninho Da Farmacia, gastou R$ 39,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 39,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademar Soares PDTR$ 154 mil · 960 votosR$ 161
- Edson Soró PTR$ 232 mil · 2.320 votosR$ 100
- Layon Silva PLR$ 318 mil · 4.267 votosR$ 74,6
- Tiago Santana PC do BR$ 262 mil · 3.562 votosR$ 73,7
- Rony Martins REPUBLICANOSR$ 147 mil · 2.051 votosR$ 71,8
- Gilson Da Autoescola PLR$ 147 mil · 2.245 votosR$ 65,5
- Kátia Costa DCR$ 151 mil · 2.771 votosR$ 54,7
- Leo Contador CIDADANIAR$ 254 mil · 4.744 votosR$ 53,6
- Zé Luiz Professor PTR$ 136 mil · 2.659 votosR$ 51,2
- Dudu Braga PVR$ 203 mil · 4.117 votosR$ 49,2
- Professor Alexandre Xeréu PLR$ 181 mil · 3.845 votosR$ 47
- Toninho Da Farmacia PLR$ 129 mil · 3.243 votosR$ 39,8
Votos por real
- 2024, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.