Apuração
Prefeito · 2012 · DEM

Wilson de Oliveira

nasceu em 1955

Wilson de Oliveira disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Anápolis (GO)), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoDEM2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Anápolis (GO)
    DEM 25· direita
    não eleito5.978 votos, 3,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Wilson de Oliveira declarou R$ 7 mi em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 7 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.176.895 na declaração)

Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2012.

  • Wilson de OliveiraR$ 7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 872,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Uma casa res.rua 23 de maio q.jk LT.2-VILA ns…R$ 3,9 mi
    Casa
  2. Uma casa residencial rua santos dumontR$ 1,1 mi
    Casa
  3. Um lote res.av.santos dumontR$ 547,8 mil
    Terreno
  4. Um lote no res.av.santos dumontR$ 547,8 mil
    Terreno
  5. Uma casa residencial sito a rua 261-B lote 11 Q.108R$ 438,3 mil
    Casa
  6. Quotas de capital social 10% da firma café…R$ 197,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  7. Um veiculo toyota corolaR$ 72,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Uma loja comercial no 12. pavimento-shoping center…R$ 54,8 mil
    Loja
  9. Quotas de CAPITAL-95% da firma ag.de publicidade lobão…R$ 41,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  10. Um carro marca passat ano 98R$ 21,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Wilson de Oliveira declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Anápolis (GO) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 63 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 63 mil
O maior gasto foi com material impresso: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 63 mil.
  1. Material impressoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 60,6 mil96,2%
  2. TransporteR$ 2.4093,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Anápolis (GO), 2012

Wilson De Oliveira: R$ 10,5 por voto (mediana da disputa, R$ 12,7). Quem venceu, Antonio Gomide, gastou R$ 8,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 23,6; o mais barato, R$ 8,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Wilson De Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 95 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.