Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Wesley do Adalto

Wesley Luiz de Oliveira · nasceu em 1979

Wesley do Adalto disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Corumbá de Goiás (GO)), pelo PTB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 29 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PTB 14014· centro-direita
    suplente153 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Wesley do Adalto declarou R$ 10,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 10,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 4.000 na declaração)

Declarou 16% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.

  • Wesley do AdaltoR$ 10,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 10,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Wesley do Adalto declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Corumbá de Goiás (GO) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 12,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. PessoasR$ 7.57762,6%
  2. Próprio bolsoR$ 2.95924,4%
  3. PartidoR$ 1.36511,3%
  4. Outros candidatosR$ 2091,7%

Para onde foi

R$ 12,1 mil
O maior gasto foi com outros: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. OutrosR$ 7.27760,1%
  2. Material impressoR$ 4.57837,8%
  3. EscritórioR$ 1691,4%
  4. TransporteR$ 860,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá de Goiás (GO), 2008

Wesley Do Adalto: R$ 79,1 por voto (mediana da disputa, R$ 137). Quem venceu, Cristiano Do Marabá, gastou R$ 74,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.225; o mais barato, R$ 74,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Wesley Do Adalto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Araújo PVR$ 25 mil · 20 votosR$ 1.225
  • Belgi Da Ambulância PSBR$ 16 mil · 22 votosR$ 749
  • Samuel Vieira PVR$ 23 mil · 60 votosR$ 386
  • Serginho PVR$ 14 mil · 40 votosR$ 343
  • Flavio Assunção PDTR$ 18 mil · 69 votosR$ 266
  • Ronaldo Neguinho PDTR$ 11 mil · 54 votosR$ 205
  • Raimundinho PSBR$ 14 mil · 100 votosR$ 137
  • Vinicius PTBR$ 14 mil · 142 votosR$ 101
  • Elci PTBR$ 19 mil · 200 votosR$ 95,7
  • Wesley Do Adalto PTBR$ 12 mil · 153 votosR$ 79,1
  • Elio PTBR$ 16 mil · 209 votosR$ 78,8
  • Cristiano Do Marabá PSBR$ 19 mil · 256 votosR$ 74,5

Votos por real

  • 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.