Walter do Zelão
Walter Donizette de Andrade · nasceu em 1955
Walter do Zelão disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Bom Repouso (MG)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Walter do Zelão declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Bom Repouso (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 11,4 mil74,5%
- Próprio bolsoR$ 3.91025,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3322,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Bom Repouso (MG), 2004
Walter Do Zelão: R$ 10,3 por voto (mediana da disputa, R$ 12,5). Quem venceu, Maria Lúcia, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,5; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Walter Do Zelão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra. Angela MDBR$ 138 mil · 1.828 votosR$ 75,5
- Maria Lúcia PTBR$ 38 mil · 3.023 votosR$ 12,5
- Walter Do Zelão PTR$ 15 mil · 1.486 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2004, prefeito: 97 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.