Waldeci Casseano (cabrito)
Waldeci Divino Casseano · nasceu em 1970
Waldeci Casseano (cabrito) disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Corumbá de Goiás (GO)), pelo PL: eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 34 anos, ensino médio, servidor publico municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Waldeci Casseano (cabrito) declarou ao TSE R$ 249 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Corumbá de Goiás (GO) · PL · eleito
De onde veio
- Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 189,3 mil75,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 107,8 mil43,2%
- EventosR$ 71,4 mil28,6%
- Material impressoR$ 60,5 mil24,3%
- PessoalR$ 9.7413,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Corumbá de Goiás (GO), 2004
Waldeci Casseano (Cabrito): R$ 93,6 por voto (mediana da disputa, R$ 60,5). O voto mais caro custou R$ 93,6; o mais barato, R$ 38,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Waldeci Casseano (Cabrito) PLR$ 249 mil · 2.665 votosR$ 93,6
- Nermi PPR$ 138 mil · 2.283 votosR$ 60,5
- Denilson CIDADANIAR$ 28 mil · 721 votosR$ 38,3
Votos por real
- 2004, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.