Waguinho
Wolney Wagner de Siqueira Júnior · nasceu em 1972
Waguinho se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 46 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014Deputado estadual · GoiásMDB 15200· centro-direitasuplente24.250 votos; 36º mais votado de 717 no estado
- 2010
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Waguinho teve 14.183 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 64º lugar entre 797 candidatos.
Recebeu votos em 188 cidades. Goiânia deu 32,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,4%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Waguinho declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 363 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2018.
- WaguinhoR$ 2,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 106,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 14 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Nota promissória n. 001/002R$ 418,5 milCrédito decorrente de alienação
- Nota promissória n. 002/002R$ 418,5 milCrédito decorrente de alienação
- 90% Das cotas de capital da empresa korea locadora de…R$ 343,9 milQuotas ou quinhões de capital
- AL. das quaresmeirasR$ 342,4 milCasa
- Dinheiro em espécieR$ 266,3 milDinheiro em espécie
- Aporte de capital em investimento scp ilha de malta CNPJ:…R$ 253 milOutros bens e direitos
- Credi sgpa - créd. rural CNPJ 03.730.508/0001-33R$ 183,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Rua garibaldi snR$ 125,5 milCasa
- Lote/casa residencial n. 07R$ 115,7 milOutros bens imóveis
- Lotes residenciais 10/11- qd. 18R$ 76,7 milOutros bens imóveis
- Saldo conta brasilprev VGBL CNPJ: 27.665.207/0001-31R$ 21,5 milPrevidência VGBL
- Saldo banco do brasil ag. 1126-6R$ 746Conta corrente no país
- Saldo santander- ag 1759R$ 487Conta corrente no país
- Itaú - ag 3935, c/c 27217-3R$ 2Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Waguinho declarou ao TSE R$ 4,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 2,1 milhões.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Goiás · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 84,1 mil11,6%
- Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 78,8 mil10,8%
Para onde foi
- Pessoal417 pessoas, não nomeadasR$ 417,7 mil62,7%
- ServiçosR$ 19,2 mil2,9%
- EscritórioR$ 7.1251,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6030,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2018
Waguinho: R$ 47 por voto (mediana da disputa, R$ 37,7). Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 19,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Waguinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Guilherme Fayad DEMR$ 667 mil · 2.213 votosR$ 301
- Jacqueline Vieira PPR$ 683 mil · 5.272 votosR$ 130
- Tanner De Melo PRTBR$ 903 mil · 8.471 votosR$ 107
- Thiago Maggioni PSDBR$ 1 milhão · 9.718 votosR$ 104
- Armando Vergílio SOLIDARIEDADER$ 1,1 milhão · 10.922 votosR$ 97,1
- Welton Lemos PROSR$ 712 mil · 8.130 votosR$ 87,6
- Rosangela Rezende MDBR$ 1,2 milhão · 16.073 votosR$ 77,1
- Luiz Stival ( Luizinho) CIDADANIAR$ 639 mil · 10.670 votosR$ 59,9
- Júlio Da Retifica PTBR$ 1,1 milhão · 18.789 votosR$ 59,8
- Nedio Leite PSDBR$ 1 milhão · 21.194 votosR$ 48,2
- Waguinho MDBR$ 666 mil · 14.183 votosR$ 47
- Gugu Nader PTBR$ 659 mil · 14.280 votosR$ 46,2
- Talles Barreto PSDBR$ 1,5 milhão · 36.456 votosR$ 40,6
- Zé Carapô DCR$ 776 mil · 19.583 votosR$ 39,6
- Lyvio Luciano PODER$ 670 mil · 17.729 votosR$ 37,8
- Eliane Pinheiro PSDBR$ 923 mil · 24.484 votosR$ 37,7
- Lêda Borges PSDBR$ 1,3 milhão · 35.040 votosR$ 36,8
- Iso Moreira DEMR$ 835 mil · 24.963 votosR$ 33,4
- Lissauer Vieira PSBR$ 1,2 milhão · 37.550 votosR$ 31,2
- Dra. Cristina PSDBR$ 784 mil · 27.864 votosR$ 28,1
- Alvaro Guimaraes DEMR$ 657 mil · 23.788 votosR$ 27,6
- Francisco Oliveira PSDBR$ 738 mil · 28.505 votosR$ 25,9
- Rubens Marques PROSR$ 690 mil · 27.763 votosR$ 24,9
- Wilde Cambão PSDR$ 728 mil · 29.853 votosR$ 24,4
- Gustavo Sebba PSDBR$ 697 mil · 29.286 votosR$ 23,8
- Virmondes Cruvinel CIDADANIAR$ 704 mil · 30.576 votosR$ 23
- Claudio Meirelles AGIRR$ 784 mil · 36.502 votosR$ 21,5
- Tião Caroço PSDBR$ 654 mil · 31.407 votosR$ 20,8
- Diego Sorgatto PSDBR$ 823 mil · 41.362 votosR$ 19,9
- Bruno Peixoto MDBR$ 667 mil · 34.655 votosR$ 19,2
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.