Wagner Brito
Wagner Rezende Brito · nasceu em 1959
Wagner Brito disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Novo São Joaquim (MT)), pelo PL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 45 anos, ensino médio, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Wagner Brito declarou ao TSE R$ 160 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Novo São Joaquim (MT) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 106,2 mil66,4%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 53,6 mil33,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.5352,8%
- ServiçosR$ 3.1602%
Quanto custou cada voto: prefeito, Novo São Joaquim (MT), 2004
Wagner Brito: R$ 612 por voto (mediana da disputa, R$ 194). Quem venceu, Jordão, gastou R$ 194 por voto. O voto mais caro custou R$ 612; o mais barato, R$ 112.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Wagner Brito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Wagner Brito PLR$ 160 mil · 261 votosR$ 612
- Jordão CIDADANIAR$ 379 mil · 1.955 votosR$ 194
- Paraíba DEMR$ 174 mil · 1.564 votosR$ 112
Votos por real
- 2004, prefeito: 1,6 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.