Apuração
Prefeito · 2012 · PSB

Wagao

Wagner Ribeiro de Barros · nasceu em 1966

Wagao se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.

Passou por 2 partidos: PP (2004), PSB (2012).

PrefeitoPartidoPPPSB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Paraisópolis (MG)
    PSB 40· centro-esquerda
    eleito5.906 votos, 47,9%
  2. 2004
    Prefeito · Paraisópolis (MG)
    PP 11· direita· na urna, Wagão
    eleito5.146 votos, 44,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Wagao declarou R$ 876,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 876,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 400.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • WagaoR$ 876,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 876,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Wagao declarou ao TSE R$ 325 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Paraisópolis (MG) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 324,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 78 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 324,7 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 201,2 mil62%
  2. Pessoas78 pessoas, não nomeadasR$ 115 mil35,4%
  3. EmpresasR$ 8.4952,6%

Para onde foi

R$ 324,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 324,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços28 pessoas, não nomeadasR$ 34,4 mil10,6%
  2. EscritórioR$ 4.4901,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.9910,9%
  4. EventosR$ 1.9060,6%
  5. OutrosR$ 9750,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Paraisópolis (MG), 2012

Wagao: R$ 55 por voto (mediana da disputa, R$ 39). O voto mais caro custou R$ 55; o mais barato, R$ 38,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.