Vladimir
Vladimir de Faria Azevedo · nasceu em 1972
Vladimir se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 40 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Prefeito · Divinópolis (MG)PSDB 45· centro-direita· na urna, Vladimir Azevedoeleito48.653 votos, 41,4%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vladimir declarou R$ 931,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 426,1 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.
- VladimirR$ 931,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 13 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Construção em andamento de uma casa residencial com area…R$ 219,7 milConstrução
- Um automovel mitsubishi asxR$ 207,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Brasilprev PGBLR$ 125,7 milOutras aplicações
- Poupança banco itauR$ 122,4 milCaderneta de poupança
- Saldo conta correnteR$ 66,9 milConta corrente no país
- Aplicações banco itauR$ 66,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 1/2 Uma area de terreno rural sem benfeitoriasR$ 35,1 milTerra nua
- Bens moveisR$ 32,9 milOutros bens móveis
- Saldo em especieR$ 22,3 milDinheiro em espécie
- Parte do lote n° 238R$ 20,8 milTerreno
- Saldo de titulos de capitalização n 21483127-3R$ 5.452Fundo de Investimento Imobiliário
- Quotas de capital na empresa tropical produções artisticas…R$ 3.944Quotas ou quinhões de capital
- Saldo capital social bancoobR$ 1.909Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vladimir declarou ao TSE R$ 2,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,6 milhão.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Divinópolis (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas29 pessoas, não nomeadasR$ 273,7 mil17,3%
- Próprio bolsoR$ 86,6 mil5,5%
Para onde foi
- Pessoal169 pessoas, não nomeadasR$ 443,8 mil28,1%
- InternetR$ 21,7 mil1,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Divinópolis (MG), 2012
Vladimir: R$ 36,3 por voto (mediana da disputa, R$ 22,4). O voto mais caro custou R$ 36,3; o mais barato, R$ 7,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vladimir PSDBR$ 1,6 milhão · 43.545 votosR$ 36,3
- Dra. Heloisa Cerri PVR$ 443 mil · 16.508 votosR$ 26,9
- Beto Cury PTR$ 457 mil · 20.448 votosR$ 22,4
- Jorge Torquato PSOLR$ 46 mil · 4.366 votosR$ 10,5
- Galileu MDBR$ 281 mil · 35.209 votosR$ 7,97
Votos por real
- 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 89 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.