Apuração
2º suplente de senador · 2014 · PSB

Vivaldo

Vivaldo Vieira Barbosa · nasceu em 1942

Vivaldo se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2006PDT2010PDT2014PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2002–2010), PSB (2014).

Suplente sen.Dep. federalPartidoPDTPSB2002200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2014, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2014: 72 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    2º suplente de senador · Rio de Janeiro
    PSB 400· centro-esquerda
    Na chapa de Romário
    chapa eleita4.683.963 votos da chapa
  2. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PDT 1211· centro-esquerda· na urna, Vivaldo Barbosa
    suplente7.599 votos; 133º mais votado de 751 no estado
  3. 2006
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PDT 1211· centro-esquerda· na urna, Vivaldo Barbosa
    suplente11.947 votos; 117º mais votado de 707 no estado
  4. 2002
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PDT 1211· centro-esquerda· na urna, Vivaldo Barbosa
    suplente13.967 votos; 115º mais votado de 560 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Vivaldo teve 7.599 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 133º lugar entre 751 candidatos.

Recebeu votos em 80 cidades. Rio de Janeiro deu 64,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,3%.

7.599 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 7.599 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)4.869 votos64,1%
  2. Nova Iguaçu (RJ)405 votos5,3%
  3. Niterói (RJ)251 votos3,3%
  4. Arraial do Cabo (RJ)211 votos2,8%
  5. São Gonçalo (RJ)198 votos2,6%
  6. Outras 65 cidades664 votos8,7%
As outras 2 eleições para deputado
11.947 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 11.947 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)7.707 votos64,5%
  2. Niterói (RJ)734 votos6,1%
  3. Nova Iguaçu (RJ)433 votos3,6%
  4. Duque de Caxias (RJ)348 votos2,9%
  5. São Gonçalo (RJ)335 votos2,8%
  6. Outras 64 cidades1.263 votos10,6%
13.967 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 13.967 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)8.610 votos61,6%
  2. Duque de Caxias (RJ)625 votos4,5%
  3. São Gonçalo (RJ)543 votos3,9%
  4. Niterói (RJ)493 votos3,5%
  5. Arraial do Cabo (RJ)400 votos2,9%
  6. Outras 73 cidades1.636 votos11,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Vivaldo declarou R$ 5 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 5 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.561.420 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Casa residencial à rua habib gebaraR$ 2,7 mi
    Casa
  2. Apartamento n. 107R$ 678,7 mil
    Apartamento
  3. Apartamento n. 106R$ 581,8 mil
    Apartamento
  4. Aplicação financeiraR$ 416 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Sala 201, rua sete de setembro, 112, centro, rio de…R$ 290,9 mil
    Sala ou conjunto
  6. Aplicação caixa previdência PGBLR$ 101,3 mil
    Outras aplicações
  7. Parte de sítioR$ 97 mil
    Outros bens imóveis rural
  8. Automóvel sfyxR$ 77,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Ourocap banco do brasil S/AR$ 6.031
    Outras aplicações
  10. Saldo bancárioR$ 3.079
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Vivaldo declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 865 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PDT · suplente

De onde veio

R$ 454,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 454,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 136,8 mil30,1%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 122,2 mil26,9%

Para onde foi

R$ 438,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 438,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosTudo de Vivaldo BarbosaR$ 73,3 mil16,7%
  2. InternetTudo de Activia Publicidade E Serviços LtdaR$ 36,6 mil8,4%
  3. PessoalR$ 2.9320,7%
  4. EscritórioR$ 2.4430,6%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2010

Mediana da disputa: R$ 52,8 por voto. Quem venceu, Garotinho, gastou R$ 9,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 346; o mais barato, R$ 9,03.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 17 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 51 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 16 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.