Bernardo Ariston
Bernardo Ramos Ariston · nasceu em 1969
Bernardo Ariston se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002 e 2006.
Passou por 3 partidos: PSB (2002), MDB (2006–2010), PL (2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 45 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroPL 22123· direitasuplente4.812 votos; 243º mais votado de 1.846 no estado
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroMDB 1511· centrosuplente9.823 votos; 116º mais votado de 751 no estado
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroMDB 1511· centroeleito65.576 votos; 34º mais votado de 707 no estado
- 2002Deputado federal · Rio de JaneiroPSB 4011· centro-esquerdaeleito89.224 votos; 20º mais votado de 560 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Bernardo Ariston teve 4.812 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 243º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 71 cidades. Rio de Janeiro deu 28,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,5%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Bernardo Ariston declarou R$ 907,1 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2014.
Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2014.
Os 8 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- Apto 302 bloco bR$ 374,5 milApartamento
- Apto 101 bloco 06 avenida guilherme de almeida N.220…R$ 321,9 milApartamento
- Lote de terra rural nr 06R$ 135,7 milOutros bens imóveis rural
- Um cavalo da raça mangalarga marchadorR$ 33 milRebanho e animais
- Um cavalo da raça mangalarga marchadorR$ 23,3 milRebanho e animais
- Um cavalo da raça mangalarga marchadorR$ 10,5 milRebanho e animais
- Um cavalo da raça mangalarga marchadorR$ 6.050Rebanho e animais
- VGBL - banco brasilR$ 2.224Previdência VGBL
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Bernardo Ariston declarou ao TSE R$ 5,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 3,4 milhões.
Campanha a campanha
2014 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PL · suplente
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 156,2 mil84,4%
- EmpresasTudo de Construtora Mauad LtdaR$ 28,8 mil15,6%
Para onde foi
- Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 23,7 mil12,8%
- Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 9.6495,2%
- EventosR$ 7050,4%
- OutrosR$ 5630,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2014
Mediana da disputa: R$ 72,8 por voto. Quem venceu, Nivaldo Mulim, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 22,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paulo Mustrangi PTR$ 2,4 milhões · 12.203 votosR$ 200
- Tiago Mohamed MDBR$ 7 milhões · 38.395 votosR$ 181
- André Lazaroni MDBR$ 7,7 milhões · 44.473 votosR$ 173
- Marcelo Queiroz PPR$ 2,5 milhões · 17.147 votosR$ 147
- Marcus Vinícius - Neskau PTBR$ 5,6 milhões · 39.192 votosR$ 142
- Christino Áureo PSDR$ 6,7 milhões · 50.168 votosR$ 134
- Dr. Audir PSLR$ 2,9 milhões · 21.917 votosR$ 133
- Jorge Felippe Neto PSDR$ 3,3 milhões · 32.066 votosR$ 103
- Zito PPR$ 2,3 milhões · 24.491 votosR$ 92,7
- Graça MDBR$ 2,9 milhões · 32.347 votosR$ 88,6
- André Corrêa PSDR$ 6,9 milhões · 81.364 votosR$ 84,7
- Andre Ceciliano PTR$ 2,5 milhões · 31.207 votosR$ 78,6
- Fabio Silva MDBR$ 6,4 milhões · 82.168 votosR$ 78
- Rafael Do Gordo MDBR$ 2,7 milhões · 36.460 votosR$ 73,3
- Osorio MDBR$ 5,2 milhões · 70.835 votosR$ 72,8
- Domingos Brazão MDBR$ 5 milhões · 70.314 votosR$ 70,6
- Luiz Martins PDTR$ 2,7 milhões · 39.309 votosR$ 69,7
- Tio Carlos SOLIDARIEDADER$ 2,4 milhões · 38.851 votosR$ 61,3
- Waldeck PTR$ 2,2 milhões · 36.755 votosR$ 60
- Gustavo Tutuca MDBR$ 3,6 milhões · 64.248 votosR$ 56
- Paulo Melo MDBR$ 6,5 milhões · 125.391 votosR$ 52,2
- Rafael Picciani MDBR$ 3,2 milhões · 63.073 votosR$ 50,5
- Pedro Fernandes SOLIDARIEDADER$ 3,8 milhões · 75.366 votosR$ 50,1
- Jorge Picciani MDBR$ 3,5 milhões · 76.590 votosR$ 46,3
- Waguinho MDBR$ 2,4 milhões · 53.835 votosR$ 43,7
- Cidinha Campos PDTR$ 2,9 milhões · 75.492 votosR$ 37,8
- Edson Albertassi MDBR$ 2,1 milhões · 61.549 votosR$ 34,1
- Dionísio Lins PPR$ 2,5 milhões · 75.405 votosR$ 32,9
- Nivaldo Mulim PLR$ 2,1 milhões · 93.192 votosR$ 22,8
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 3 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 119 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 74 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.