Vitorino
Vitorino Figueredo Carlos · nasceu em 1964
Vitorino se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Vitorino declarou R$ 17,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 14,4 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- VitorinoR$ 17,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Vitorino declarou ao TSE R$ 5,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Riacho Frio (PI) · PTB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.16666,3%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 74722,9%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2608%
Quanto custou cada voto: vereador, Riacho Frio (PI), 2012
Vitorino: R$ 18,9 por voto (mediana da disputa, R$ 29,2). Quem venceu, Nonó, gastou R$ 1,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 400; o mais barato, R$ 1,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vitorino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ivana PTR$ 7,6 mil · 19 votosR$ 400
- Leleco PTBR$ 8,6 mil · 93 votosR$ 92,7
- Fafá PSDR$ 13 mil · 165 votosR$ 81,1
- Adenio PC do BR$ 4,5 mil · 67 votosR$ 67,9
- Cleuber PC do BR$ 7,6 mil · 214 votosR$ 35,4
- Jânio PSDR$ 11 mil · 366 votosR$ 30,6
- Toninho CIDADANIAR$ 9,3 mil · 317 votosR$ 29,2
- Marlos PTBR$ 2,2 mil · 112 votosR$ 19,3
- Vitorino PTBR$ 3,3 mil · 173 votosR$ 18,9
- Josildo PSBR$ 1,3 mil · 267 votosR$ 5,01
- Sidiney REPUBLICANOSR$ 568 · 297 votosR$ 1,91
- Nonó DEMR$ 390 · 223 votosR$ 1,75
Votos por real
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.