Vitor Mesquita
Vitor Mesquita da Silva Neto · nasceu em 1953
Vitor Mesquita disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Quirinópolis (GO)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 51 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Vitor Mesquita declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Quirinópolis (GO) · DEM · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 26,1 mil48,2%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 24,4 mil45,1%
- Próprio bolsoR$ 3.6036,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 16 mil29,5%
- TransporteR$ 6.45411,9%
- ServiçosR$ 5211%
Quanto custou cada voto: prefeito, Quirinópolis (GO), 2004
Vitor Mesquita: R$ 7,77 por voto (mediana da disputa, R$ 7,77). Quem venceu, Gilmar Alves, gastou R$ 6,88 por voto. O voto mais caro custou R$ 23,4; o mais barato, R$ 6,88.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vitor Mesquita. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlito PLR$ 20 mil · 835 votosR$ 23,4
- Nerivaldo Costa PPR$ 79 mil · 6.377 votosR$ 12,4
- Vitor Mesquita DEMR$ 54 mil · 6.965 votosR$ 7,77
- Gilmar Alves MDBR$ 60 mil · 8.755 votosR$ 6,88
Votos por real
- 2004, prefeito: 129 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.