Vitor do Sindicato
Vitor Jorge Espinoza · nasceu em 1979
Vitor do Sindicato se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PC do B (2008–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vitor do Sindicato declarou R$ 207,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 58,9 mil acima da inflação.
Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Vitor do SindicatoR$ 207,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa de alvenaria e seu respectivo terrenoR$ 186,7 milCasa
- Um automovel marca fiatR$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta corrente junto a caixa economica federal…R$ 8.490Conta corrente no país
- Saldo em conta poupança junto a caixa economica federal…R$ 4.082Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vitor do Sindicato declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Taquari (RS) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.25539,5%
- Fundo eleitoralR$ 2.88735,1%
- PessoasR$ 1.41517,2%
- Outros candidatosR$ 5026,1%
- Fundo partidárioR$ 1732,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.87851,7%
- PessoalR$ 2.28630,5%
- InternetR$ 97112,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2833,8%
- TransporteR$ 851,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Taquari (RS), 2020
Vitor Do Sindicato: R$ 27,8 por voto (mediana da disputa, R$ 28,6). Quem venceu, Zé Harry, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vitor Do Sindicato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rita Machado PSDBR$ 7,6 mil · 28 votosR$ 271
- Professora Fatima Vargas PSDBR$ 7,7 mil · 61 votosR$ 126
- Veridiane PSDBR$ 9,5 mil · 146 votosR$ 65
- Miguel Martins PPR$ 6 mil · 120 votosR$ 50,2
- Arizoli Da Grafica PPR$ 6,1 mil · 143 votosR$ 42,5
- Juliana De Paula PSBR$ 6,8 mil · 177 votosR$ 38,5
- Marcia Goethel PSDBR$ 7,6 mil · 266 votosR$ 28,6
- Vitor Do Sindicato PSBR$ 7,5 mil · 270 votosR$ 27,8
- Tio Nei PPR$ 8,3 mil · 301 votosR$ 27,5
- Professora Ana Paula PTR$ 16 mil · 694 votosR$ 23
- Aldo Gregory PPR$ 7,1 mil · 479 votosR$ 14,8
- Zé Harry PDTR$ 7 mil · 483 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.