Vilmar
Vilmar de Pinho Almeida · nasceu em 1961
Vilmar se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PV (2008), PRP (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vilmar declarou R$ 498,3 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- VilmarR$ 498,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Caderneta de poupança no BB ag 0976-8 cta 95335803R$ 293,5 milCaderneta de poupança
- Automovel fiat punto essence 1.6 2010/2011 placa hln 2258R$ 109,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caderneta de poupança na CEF ag 1830 cta 01300022153-5R$ 60,2 milCaderneta de poupança
- Motocicleta honda/cb 300R 2010/2010 placa NDK4848R$ 24,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motoneta honda biz 125 mais 2009/2009 placa NDQ3042R$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Vilmar declarou ao TSE R$ 132 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 101 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Salinas (MG) · PRP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 77,1 mil76,4%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 22,7 mil22,5%
- Outros candidatosR$ 4770,5%
- EmpresasR$ 4330,4%
- PartidoR$ 2170,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 9.8309,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.5161,5%
- EscritórioR$ 1.1031,1%
- InternetR$ 1.0401%
Quanto custou cada voto: vereador, Salinas (MG), 2012
Vilmar: R$ 131 por voto (mediana da disputa, R$ 44,2). Quem venceu, João Pela, gastou R$ 29,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 29,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vilmar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vilmar PRPR$ 101 mil · 768 votosR$ 131
- Milton Reis PTR$ 28 mil · 365 votosR$ 76,9
- Cleusa De Tião PTR$ 19 mil · 294 votosR$ 64,4
- Hermes Cavalcante PRPR$ 24 mil · 413 votosR$ 59,2
- Osmário PSBR$ 41 mil · 799 votosR$ 51,2
- Julimar MDBR$ 36 mil · 706 votosR$ 51
- Professor Antonio Roque PSDBR$ 20 mil · 459 votosR$ 44,2
- Eilton Santiago PTBR$ 36 mil · 926 votosR$ 39,3
- Valdeir Negão PTBR$ 24 mil · 618 votosR$ 39,2
- Valdir Do Gás PPR$ 19 mil · 544 votosR$ 35
- Thiago Duraes PTR$ 24 mil · 782 votosR$ 31,2
- João Pela PPR$ 19 mil · 661 votosR$ 29,1
Votos por real
- 2012, vereador: 7,6 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.