Vilmar
Vilmar José Schimuneck · nasceu em 1969
Vilmar se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PDT (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vilmar declarou R$ 382,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 27,8 mil acima da inflação.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- VilmarR$ 382,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Um terreno situado na rua rodolfo antônio bruckner S/NR$ 326,8 milTerreno
- Participação na empresa transportes transneckR$ 24,6 milOutras participações societárias
- Participação na empresa vilmar schimuneckR$ 21,9 milOutras participações societárias
- Participação na empresa mini mercado schimuneck LTDAR$ 4.930Outras participações societárias
- Banco sicrediR$ 2.864Conta corrente no país
- Participação no banco sicrediR$ 1.661Outras participações societárias
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vilmar declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Passo do Sobrado (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.79874,5%
- Próprio bolsoR$ 2.55624,4%
- Fundo partidárioR$ 1171,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 9.09886,9%
- Material impressoR$ 7236,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6506,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Passo do Sobrado (RS), 2012
Vilmar: R$ 78,1 por voto (mediana da disputa, R$ 29). Quem venceu, Alfredinho, gastou R$ 8,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 181; o mais barato, R$ 8,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vilmar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neri PDTR$ 2,7 mil · 15 votosR$ 181
- Vilmar PDTR$ 10 mil · 134 votosR$ 78,1
- Ivo Port PTR$ 7,8 mil · 126 votosR$ 62
- Evandir (Toco) PDTR$ 4,3 mil · 93 votosR$ 45,7
- Zé Do Gás PTBR$ 8 mil · 191 votosR$ 41,9
- Evaldir PSDBR$ 6,5 mil · 193 votosR$ 33,8
- Professora Núbia PDTR$ 7,5 mil · 260 votosR$ 29
- Romário PDTR$ 3,7 mil · 133 votosR$ 27,8
- Selmo Loco PTR$ 5 mil · 181 votosR$ 27,5
- Célio PDTR$ 4,4 mil · 165 votosR$ 27
- Gil PTR$ 4,4 mil · 231 votosR$ 19
- Alfredinho PTR$ 2,7 mil · 301 votosR$ 8,85
Votos por real
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.