Vilmar
Vilmar Gomes Teixeira · nasceu em 1965
Vilmar disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Pinheiros (ES)), pelo PC do B: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 38 anos, superior incompleto, servidor publico estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Vilmar declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Pinheiros (ES) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 25,8 mil91,3%
- Próprio bolsoR$ 2.4608,7%
Para onde foi
- EventosTudo de Genivan Produções ArtísticasR$ 13 mil46,1%
- EscritórioR$ 1080,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pinheiros (ES), 2004
Vilmar: R$ 56,1 por voto (mediana da disputa, R$ 50,4). Quem venceu, Gildevan, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,1; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vilmar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vilmar PC do BR$ 28 mil · 504 votosR$ 56,1
- José Angelo DEMR$ 284 mil · 5.648 votosR$ 50,4
- Gildevan PSBR$ 99 mil · 6.457 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2004, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.