Villasanti
Hilton Villasanti Romero · nasceu em 1960
Villasanti se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSDB (2014), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior completo, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Mato Grosso do SulPSDB 45945· centro-direitasuplente488 votos; 169º mais votado de 395 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Villasanti teve 488 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 169º lugar entre 395 candidatos.
Recebeu votos em 26 cidades. Campo Grande deu 39,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Villasanti declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 946,2 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2016.
- VillasantiR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 654,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 865,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 Imóvel residencialR$ 1,1 miCasa
- 01 Título de capitalizaçãoR$ 243,7 milFundo de Investimento Imobiliário
- 01 Terreno em guia lopes da lagunaR$ 243,7 milTerreno
- Caderneta de poupança no BBR$ 162,5 milCaderneta de poupança
- Produtos tecnológicosR$ 65 milOutros bens móveis
- 01 Título de clubeR$ 65 milTítulo de clube e assemelhado
- Dinheiro em espécieR$ 48,7 milDinheiro em espécie
- 01 Pistola .40 taurus com três carregadoresR$ 8.123Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Villasanti declarou ao TSE R$ 131 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 73 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Porto Murtinho (MS) · PTB · não eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 12,9 mil58,1%
- Próprio bolsoR$ 9.33641,9%
Para onde foi
- EventosTudo de A.A.De Oliveira - MeR$ 4.04818,2%
- ServiçosR$ 9724,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Murtinho (MS), 2016
Villasanti: R$ 97,3 por voto (mediana da disputa, R$ 61,4). Quem venceu, Derlei Delevatti, gastou R$ 61,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,3; o mais barato, R$ 55,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Villasanti. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Villasanti PTBR$ 22 mil · 229 votosR$ 97,3
- Derlei Delevatti PSDBR$ 267 mil · 4.357 votosR$ 61,4
- Rosangela Baptista MDBR$ 96 mil · 1.727 votosR$ 55,4
Votos por real
- 2016, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 9,7 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.