Victor
Victor Jose Crote · nasceu em 1972
Victor se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Victor declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 958,8 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- VictorR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma fazenda denominada fazenda barra da cogonhaR$ 974,8 milTerra nua
- Um veiculo corsa sedanR$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda cg 150 titan esdR$ 7.311Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 4.874Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Victor declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Corumbá de Goiás (GO) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.20666,9%
- PessoasR$ 1.58733,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.21046,1%
- PessoalR$ 1.42529,7%
- Material impressoR$ 51010,6%
- ServiçosR$ 48610,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1623,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá de Goiás (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 46 por voto. Quem venceu, Chiquinho, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 213; o mais barato, R$ 19,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Samuel Vieira PSBR$ 9,8 mil · 46 votosR$ 213
- Suellem Jaime Araujo PSBR$ 12 mil · 127 votosR$ 92,6
- Carlito PODER$ 6,7 mil · 96 votosR$ 69,6
- Vanderlei Do Posto PODER$ 6,7 mil · 104 votosR$ 64,3
- Hieriks PLR$ 7 mil · 124 votosR$ 56,5
- Itamar Queiroz PSCR$ 7,2 mil · 138 votosR$ 51,8
- Sergio Franco PSDR$ 8,5 mil · 185 votosR$ 46
- Cleber PPR$ 12 mil · 344 votosR$ 33,5
- Cleiton Promoter PSDR$ 7,5 mil · 226 votosR$ 33,1
- Leonardo Curado PODER$ 7,8 mil · 338 votosR$ 23
- Taide PSDBR$ 6,6 mil · 312 votosR$ 21,2
- Chiquinho MDBR$ 9,3 mil · 475 votosR$ 19,5
Votos por real
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.