Chiquinho
Francisco Igor Afonso Siqueira · nasceu em 1982
Chiquinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2012–2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Corumbá de Goiás (GO)PTB 33· centro-direitaNa chapa de Emiliochapa não eleita1.609 votos da chapa, 28,3%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Chiquinho declarou R$ 558,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 217,4 mil, já descontada a inflação.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial sito a rua arnobio jacinto QD08 lt 15R$ 143,6 milCasa
- Trator 4275 mf financiadoR$ 112 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cruze placa OMW-1948R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote de terras qd 08 lt 1 bairro tordesilhasR$ 64,6 milTerreno rural
- Fiat strada 2011/2011R$ 31,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Concorcio multimarcasR$ 31,6 milConsórcio não contemplado
- Carreta basculanteR$ 23 milOutros bens móveis
- EncentinadeiraR$ 22,6 milOutros bens móveis
- Rocadeira tatuR$ 21,5 milOutros bens móveis
- Plantadeira mf LF45R$ 21,5 milOutros bens móveis
- AdubadeiraR$ 14,4 milOutros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chiquinho declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Corumbá de Goiás (GO) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.09798,3%
- PessoasR$ 1621,7%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 2.85030,8%
- ServiçosR$ 4865,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1621,7%
- EscritórioR$ 50,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá de Goiás (GO), 2016
Chiquinho: R$ 19,5 por voto (mediana da disputa, R$ 46). O voto mais caro custou R$ 213; o mais barato, R$ 19,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Samuel Vieira PSBR$ 9,8 mil · 46 votosR$ 213
- Suellem Jaime Araujo PSBR$ 12 mil · 127 votosR$ 92,6
- Carlito PODER$ 6,7 mil · 96 votosR$ 69,6
- Vanderlei Do Posto PODER$ 6,7 mil · 104 votosR$ 64,3
- Hieriks PLR$ 7 mil · 124 votosR$ 56,5
- Itamar Queiroz PSCR$ 7,2 mil · 138 votosR$ 51,8
- Sergio Franco PSDR$ 8,5 mil · 185 votosR$ 46
- Cleber PPR$ 12 mil · 344 votosR$ 33,5
- Cleiton Promoter PSDR$ 7,5 mil · 226 votosR$ 33,1
- Leonardo Curado PODER$ 7,8 mil · 338 votosR$ 23
- Taide PSDBR$ 6,6 mil · 312 votosR$ 21,2
- Chiquinho MDBR$ 9,3 mil · 475 votosR$ 19,5
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.