Apuração
Prefeito · 2008 · PSDB

Vicente Paranhos

Vicente Paranhos dos Santos · nasceu em 1946

Vicente Paranhos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo PSDB.

PrefeitoPartidoPSDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, até o fundamental, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Marliéria (MG)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito1.059 votos, 34,5%
  2. 2004
    Prefeito · Marliéria (MG)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito2.011 votos, 71,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Vicente Paranhos declarou R$ 161,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 161,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 33% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Vicente ParanhosR$ 161,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 161,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Vicente Paranhos declarou ao TSE R$ 185 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Marliéria (MG) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 184,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 42 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 184,6 mil.
  1. Pessoas42 pessoas, não nomeadasR$ 130,2 mil70,5%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 31,1 mil16,8%
  3. Próprio bolsoR$ 23,3 mil12,6%
  4. OutrosR$ 21< 0,1%

Para onde foi

R$ 184,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 184,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal76 pessoas, não nomeadasR$ 55,4 mil30,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.8921,6%
  3. EscritórioR$ 2.8411,5%
  4. EventosR$ 1.6060,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Marliéria (MG), 2008

Vicente Paranhos: R$ 174 por voto (mediana da disputa, R$ 36,8). Quem venceu, Waldemar Nunes, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 174; o mais barato, R$ 28,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vicente Paranhos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 5,7 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.